GO GIRLS: Girls Aloud


Atenção, pessoas lindas! Agora, toda quinta-feira, teremos uma coluna especial aqui no Gimme the Ting, dedicada às nossas queridas girlbands (sejam elas do UK, US, Europa, Ásia, do Brasil e do mundo. Ou não). GO GIRLS será criação do nosso novo colunista e “alouder”, Victor Caetano, que além de apaixonado por girlbands (especialmente as nossas ‘madrinhas’, Girls Aloud), tem tara por música pop e uma curiosidade naquele nível quase nerd. Com a palavra, Vic:


Essa coluna não poderia começar de outra forma. Madrinhas do Gimme the Ting, dão título à coluna, e rainhas da minha vida, hoje irei “apresentá-los” às GIRLS FUCKING ALOUD <3




O GRUPO:
Formado em 2002 pela versão britânica do programa Popstars (aquele em que saiu o Rouge aqui no Brasil), o Girls Aloud é constituído por Cheryl Tweedy Cole Fernandez-Versini Payne (atual proprietária do UK), Kimberley Walsh (ex-gordinha com pouco talento que venceu na vida), Nadine Coyle (ex-diva falida e dona de bar), Nicola Roberts (integrante naja/intrigueira, metida a indie conceitual) e Sarah Harding (a gritadeira, frequentadora de 9 entre 10 rehabs do UK).

Exemplo clássico da necessidade da Sarah por rehabs <3

Em uma década de trabalho, as meninas perderam o status de “grupo de reality” para conquistar uma posição de referência entre as girlbands do mundo pop, seja pela sonoridade ou longevidade do grupo, além de ter recebido uma penca de prêmios no meio do caminho.

A DISCOGRAFIA:
Em 10 anos o grupo lançou 5 álbuns de estúdio e 2 coletâneas. É visível o amadurecimento do som das meninas, que trabalham 95% do tempo com os magos do Xenomania <3 (Se não os conhece, fica a tarefa pra casa: GOOGLAR XENOMANIA!). Se liga na review mais sucinta da web:

Sound of the Underground: aquele álbum genérico de girlband, pouco consistente, mas com masterpieces como a música que dá nome ao álbum - maior sucesso do grupo. Não passe: Sound of the Underground, Love/Hate e White Lies.


What Will the Neighbours Say?: álbum extremamente pop e recheado de hits, como as icônicas Love Machine, The Show, e a água com açúcar I’ll Stand by You. Não passe: Love Machine, Wake Me Up e a injustiçada Graffiti My Soul.



Chemistry: Conhecido como o primeiro álbum solo de Nadine. Aqui as meninas começam a arriscar mais no som, tentando tirar o estigma de garotas, para tornarem-se mulheres. Não passe: Biology, Biology e Biology uma terceira vez. Waiting e Swinging London Town também valem a ouvida.


Tangled Up: A bíblia que todas as girlbands deveriam carregar embaixo do braço. Arrisco a dizer que seja o meu álbum favorito EVER. Recheado de hits e extremamente coeso, tem uma mesma sonoridade do início ao fim. MASTERPIECE. Não passe: Não tem o que passar nesse álbum. Sério.


Out of Control: Se o Tangled Up é a bíblia, o Out of Control certamente é o Novo Testamento. Cheio de referências nos anos 60 e 80, o álbum conta com sonoridade única. Não passe: o álbum inteiro é incrível. Se tiver que escolher só 3: Untouchable, The Promise e Love Is the Key.


Além dos álbuns, o grupo lançou mais duas coletâneas. A última, Ten, em 2012, marcou a despedida do grupo, e nos presenteou com o melhor clipe da carreira das meninas, todas maravilhosas, em seus vestidos laranjas, em clima de comemoração. 


Depois disso, cada uma seguiu um caminho diferente, seja na música ou não. Mas isso é assunto para outro post. Para os fãs, sobrou a saudade e o LUTO. Até essas quengas resolverem ficar pobres e voltarem a cantar/flopar juntas <3

VOCÊ NÃO PODE DORMIR SEM OUVIR:

GO GIRLS: Girls Aloud GO GIRLS: Girls Aloud Reviewed by Victor Caetano on 16:51:00 Rating: 5
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